segunda-feira, 1 de março de 2010

A antiga estação ferroviária de Japeri será tombada um dia?

"Algum dia poderemos ver as obras de restauração da antiga estação ferroviária de Japeri, que tem mais de 150 anos? Em outras regiões, onde o patrimônio histórico é mais valorizado, ela já estaria tombada e restaurada há muito tempo. Escorada por toras de madeira, o prédio é devorado por cupins, castigado pelo tempo e abandono da Supervia, responsável pela administração do local em que se encontra - em um dos acessos que dá acesso à atual plataforma de embarque dos trens. Os passageiros passam debaixo de suas marquises, desviando das toras que apoiam o teto, o que sempre parece arriscado. A estação é um símbolo da cidade, consta em seu brasão e tem estilo arquitetônico ímpar. Será tombada em breve, de um modo ou de outro; no livro ou no chão."

Thiago Amorim Carvalho -
17.2.2010.
 
Com essa introdução, que define bem a situação atual da coisa, resolvi fazer um registro do estado atual da es tação de Japerí, antes que o tombamento aconteça, do pior dos jeitos possíveis.
Informações adicionais podem ser obtidas no site http://www.estacoesferroviarias.com.br/efcb_rj_linha_centro/japeri.htm, com uma ressalva em relação a estação da linha auxiliar, o prédio de alvenaria da plataforma do interior (prédio de 2 andares branco) foi estação para a linha auxiliar até a mesma ser transferida para a Leopoldina aí então Japerí passou a ter uma estação própria para a linha auxiliar, para a bitola métrica, nos anos 50. Antes disso havia bitola mista na plataforma do interior da EFCB e o trem vindo da métrica recuava até a plataforma.
A plataforma do interior da EFCB tinha esse nome por partir dela os trens de longa distância, a outra plataforma é dos trens de subúrbio ou como era conheciada  "dos elétricos"


Estado atual da estação de Japerí

 
 Vista da parte superior do pátio da estação de Japerí sentido Paracambi/Barra do Piraí/ Três rios 
Da direita para a esquerda, a primeira linha é a bitola estreita da linha auxiliar abandonada (Central do Brasil e depois transferida para a Leopoldina, sentido T. Rios), a segunda é a linha de bitola larga da MRS que liga o Km 64 ao por do Rio(pátio do Arará), sentido B.piraí. As demais são as linhas do pátio de Manobra da supervia sendo que a penúltima segue para Paracambi,

  
Estação de Japerí vista do prédio da "plataforna do interior" ou plaraforma 2, o teto a esquerda é da estação da linha auxiliar,construída nos anos 50, antes disso ostrens da bitola estreita entravam de ré na plataforma do interior antes de prosseguir viagem. 
Ao fundo o pátio da linha auxiliar abandonado, saqueado e tomado pelo mato, a linha de bitola larga rente ao prédio é da supervia, a outra é da MRS, que ainda utiliza 2 linhas para manobras de trens de serviço.
  

  
Vista sentido Rio de janeiro do que restou da Linha Auxiliar, a saída por onde seguiam ostrens de bitola estreita em baixo a esquerda a estação da leopoldina e a direita o prédio da Central


  
Vista do prédio original(atrás da palmeira) e do pátio principal da supervia, a partir do prédio de entrada mais moderno, construído pela FLUMITRENS entre 1996-1998.


  



  
O HISTÓRICO PRÉDIO DE MADEIRA, 
OBSERVEM AS ESCORAS

 
Ao fundo a cobertura metálica moderna, que substituiu a antiga de concreto erguida na época da eletrificação (anos 40). A estação original agoniza ladeada de tapumes e escoras.



A noite, a estação não possui vigilãncia nem iluminação decente diversos ao saques e até assaltos a passageiros ocorrem com certa frequëncia. A frente do prédio a imagem de Nsra Padroeira do ferroviários no entorno da mesma antigamente havia um pequeno aquario de concreto, a imagem está cercada com grades para evitar a ação de vãndalos, ladrões e radicais religiosos.

  
 A seta azul marca a plataforma do interior da EFCB a vermelha a estação da Linha Auxiliar. Da plataforma do interior saía até 1996 o TREM "Barrinha". Ainda pode se obswervar as "ossadas" de um carro da série 400 abandonado junto ao antigo depósito de ferramentas do pessoal de via permanente da bitola estreita.

  
Pátio da linha auxiliar sem trilhos e encoberto pelo mato, havia bitola mista, triângulo de reversão e eletrificação.

  
 o que sobrou ativo da pátio da linha auxiliar, linha da MRS Arará - Barra, e 2 linhas do pátio.



 Estação de japerí para a bitola métrica, atualmente usada em uma parte como residência e noutra como posto do DETRAN.


  
TUE série 500 (hitachi - Japoeses vindos em 1977, conhecidos como cara de lata e caixote) encostado na plataforma do interior, o pessoal de manutenção leve da supervia (PA-pronto atendimento, ou seja homens gatilho) utiliza as duas linhas da plataforma do interior para atender aos trens no pátio de Japerí.
Ao lado uma socadora da MRS aguarda na linha principal numa pausa dos serviços


  
Mais a frente uma niveladora da MRS


  
Carro de TUE série 400, ER-450 abandonado no pátio, ainda com a pintura original da Central do brasil usada até os anos 70, os outros dois carros desse trem tiveram destinos bem diferentes, um foi reformado pelo Central logística para fazer parte da composição que reativaria o Barrinha, e em seguida abandonado em Barão de mauá, depois que o projeto foi cancelado, tranferido para o ramal de Guapimirim, o carro estaria sendo rebitolado para isso. o outro está ativo na supervia.


Antiga casa de turma, devidamente invadida


  
Pátio de cruzamento da bitola estreita, vista sentido Rio de janeiro


  
 Ônibus da integração central castelo da supervia deslocado para atender o ramal de Paracambi, o ramal de Paracambi possui linha singela e quando se faz manutenção no mesmo a supervia interronmpe o tráfego e oferece transbordo para os ônibus, abarrotados. Local praça Ary Schiavo.


  
Atrás do ônibus manobrando para fazer o retorno prédio construído em 1998, durante a modernização da estação, para abrigar o sistema de controle automático dos trens adquirido pela CBTU nos anos 80. nunca foi usado e o sistema nunca foi instalado.
 

 
Vistas da estação da linha auxiliar de dentro de trem do ramal de Paracambi chegando a Japerí.


  

 Estação da bitola estreita, antes da modennização da estação de japerí feita pela FLUMITRENS o acesso se dava por uma passagem em nível para pedeestres a direita do prédio da bitola estreita, onde nessa foto se vê um muro com grade.

  
  
 Atrás da estação a escola e a praça Ary Schiavo, e a rampa de acesso da estação moderna.
 
 

Um detalhe a estação moderna de japerí foi inaugurada junto do primeiro trem de subúrbio com ar-condicionado( que veio rebocado ainda sendo finalizado por operários da Alston e não ficou pronto a tempo) por Benedita da Silva, sem que a obra estivesse pronta, a então governadora chegou e saiu de helicóptero, sem nem ao menos entrar na esaçõa mostrando o quanto ela valoriza a ferrovia. Até hoje vários serviços de acabamento dessa obra não foram feito. 

  
Linha do triângulo da bitola larga, com pranchar com boradas, utilizadas pela supervia para descarregar entulho num trecho mais a frente conhecido como bota -fora, a partir deste triângulo seria contruída a ligação Japerí-Brisamar na década de 70, chegou-se a abrir um trecho reto de cerca de 1,5Km até as margens do ri Guandú, onde deveria ser construída uma ponte. mas decidiu-se iniciar a variante no Km 64 para evitar a passagem dos pesados trens de minério pelo núcleo urbano de Japerí.
diversas linhas foram arrancadas desta parte do pátioe há várias invasões que logo se tornarão uma favela, antigamente existia nessa parte uma casa de madeira que acredito pertencia a ferrovia.


  
 As linhas externas do  pátio  do lado da supervia abrigam vagões de serviço, os hoppers HNS vistos estavam abandonados a anos no pátio inclusive com alguns vagões da MRS, quase todos já foram removidos (tombados em cima de caminhões) achei que tinham sido sucateados mas vi um deles em serviço na estrada de ferro norte sul no Tocantins.
 
  
 
 
O último vagão HNS com pintura da Flumitrens no pátio.



Gôndola 'lombo de camelo" da central ainda em serviço mais de 50 anos depois da sua chegada.
Como os hoppers, foram encostados em Japerí e alguns estão até mesmo sem conjuntos de choque de tração, será que serão sucateados ou mandados para outro lugar?



Ao fundo vagão cheio de lixo incendiando-se.


  
Os últimos hoppers no pátio, os 2 vermelhos são da MRS e estão esquecidos no pátio

  



 
Outras gôndolas GNR no pátio, observe as pequnas plataformas de concreto no pátio, há várias no pátio dos trens de subúrbio.
Haviam estruturas metálicas sobre essas plataformas para a lavagem e reparo dos trens, uma das primeiras ações da supervia foi cortar as estruturas e vender como sucata.

  
O lavador de trens há muito anos desativado e depredado.


  
Antigo prédio da escala de maquinistas, hoje dos técnicos do proto atendimento, que fazem os reparos emergenciais nos trens.

  

  
 Vista da parte inferior do pátio de Japerí, a direita a segunda entrada da estação construída em 1998.
No fundo a esquerda a sída para um rabicho onde a MRS ainda recebe pedras para o lastro de uma pedreira próxima.
O triãngulo da bitola larga está a direita do ponto onde foi tirada esta foto.



 
Locomotiva da MRS manobra no pátio de Japerí

  
Vista aérea da estação de Japerí

Concessão fora de controle

Agência reguladora comprova o caos no serviço do metrô e cobra que a empresa cumpra o dever de oferecer conforto aos passageiros. Contrato, no entanto, é vago e não estabelece limites de passageiros nem o tempo de espera


Rio - Depois de exigir que a Metrô Rio resolva as falhas operacionais da Linha 1A até o dia 10, a Agetransp (agência que regula o transporte público) mira em outro alvo: o contrato de concessão entre a empresa e o estado. O órgão já constatou que o acordo não está sendo cumprido, mas alega que o texto sobre as obrigações da concessionária é vago e não estabelece o tempo de espera pelas composições, nem tampouco a lotação dos vagões.


A obrigação contratual de oferecer conforto aos passageiros não vem acontecendo. “Nós comprovamos o caos, mas não podemos determinar o tempo de intervalo e número de passageiros por metro quadrado, porque esses detalhes não foram estabelecidos” , contou o conselheiro da Agetransp, Herval Barros.

A agência cobrou da empresa, terça-feira, o cumprimento do contrato. “Eu comprovei o transtorno que é andar de metrô. No Carnaval, de dia, os trens nem paravam em algumas estações e os usuários não foram avisados”, acrescentou Barros. A Metrô Rio afirma que, no Carnaval, o serviço só foi alterado de madrugada.

No contrato de concessão, há a previsão de intervenção do estado quando a regularidade do serviço estiver ameaçada, o que não está nos planos do governo estadual.

A Justiça analisa pedido de anulação da prorrogação da concessão do metrô. “Se for acatado, a empresa perderá o direito de explorar o serviço”, garante o deputado Alessandro Molon, autor da ação. Ele tenta também, nos tribunais, reverter a decisão da presidência da Alerj de barrar a CPI do Metrô. Amanhã haverá uma audiência pública na Casa sobre o caos no sistema.

O Ministério Público tenta na Justiça acabar com a linha 1A, que eliminou a baldeação no Estácio. Pesquisa do Ibope, realizada entre os dias 4 e 11, mostrou que 60% dos mil passageiros entrevistados aprovam o fim da transferência de linhas. Sobre as mudanças geradas pela nova conexão, 43% consideram-nas positivas e 23%, negativas.



Metrô e Ministério Público divergem sobre lotação

Afinal, qual é a medida do aperto nas quentes e superlotadas composições da Linha 2? A Metrô Rio e o MP divergem: a empresa diz que a média é de 5,8 passageiros por metro quadrado de vagão — podendo chegar a 7,2 em casos extremos. Já a Promotoria, na vistoria de janeiro, constatou 7,7. No meio da discussão, os usuários continuam sofrendo.

“Muitas vezes não preciso nem segurar no ferro, fico tão esmagada que não caio, todos se seguram. Mas o calor sufoca e chego ao serviço amassada. Já desci no meio do caminho para pegar ônibus, com medo de passar mal”, contou a securitária Luciana Tavares, 34 anos, que trabalha no Centro e mora em Irajá.

De acordo com o MP, especialistas alegam que o desconforto começa quando o índice de ocupação nos vagões ultrapassa seis passageiros por metro quadrado.

Em São Paulo, segundo a Companhia do Metropolitano, as três principais linhas (das quatro em operação) têm taxas de cinco, sete e nove passageiros, respectivamente, nos horários de pico. Em Tóquio, a terceira maior malha metroviária do mundo, o índice é de 10/m². No de Hong Kong, 6,5/m².



Carlos Andresano Moreira: ‘Não existe trabalho de fiscalização’

Autor da ação civil pública que pede a suspensão da conexão Pavuna-Botafogo, o promotor do Ministério Público Estadual Carlos Andresano Moreira crê que a operação do metrô oferece risco aos passageiros, o que a concessionária nega. Ele criticou a atuação da Agetransp, que deveria fiscalizar a empresa.

O DIA: Ação civil pública movida pelo senhor contra a Metrô Rio pede a suspensão da Linha 1A; portanto, a volta da baldeação no Estácio, que não agradaria aos passageiros. A mudança seria mesmo necessária?
Carlos Andresano: O meu pedido está baseado em estudos que apontam riscos para os passageiros. Eu mesmo constatei falha na sinalização em uma viagem que fiz no trecho entre São Cristóvão e Central. Também sei que a baldeação não é nada confortável, mas, pelo menos, é mais segura.

A Metrô Rio e a Secretaria Estadual de Transportes desqualificam a tese do engenheiro Fernando Mac Dowell, que foi anexada à sua ação.
O estudo foi encomendado pelo Ministério Público ao Mac Dowell porque ele conhece bem o sistema do metrô e até participou da construção, mas ele não foi nossa única fonte. Viajei acompanhado de técnicos do MP e comprovei falhas na sinalização. Uma simples pane pode custar a vida de milhares de pessoas e isso é suficiente pra embasar uma ação.

Mas a empresa defende que a ligação em Y é segura, assim como o declive construído recentemente.
A ação não questiona exclusivamente a manobra feita para unir as duas linhas. Mas o risco maior que ela provoca, com a possibilidade de falhas, que são frequentes. A irregularidade dos intervalos, somada às falhas, é o que torna a operação mais perigosa do que a baldeação no Estácio.

A ação pede que, além de suspender a conexão Pavuna-Botafogo, a concessionária cesse a venda de bilhetes quando as estações estiverem lotadas e faça um depósito-caução de R$ 10 milhões para indenizar passageiros. O senhor acredita que isso resolveria os problemas atuais do metrô?
A ação está baseada, principalmente, no descumprimento das cláusulas contratuais por parte da empresa. A concessionária deveria zelar pela segurança e oferecer um mínimo de conforto a quem depende dos serviços que ela se comprometeu a oferecer. E a consequência disso está diariamente nos jornais e no relato das pessoas que procuram o MP. Acredito que a decisão da Justiça será em favor desses milhares de passageiros.

O que a concessionária Metrô Rio poderia fazer para que o serviço que ela se comprometeu a oferecer seja de qualidade?
Ela não precisa fazer nada além do que está previsto no contrato. Se a agência reguladora Agetransp fosse mais atuante, provavelmente os problemas seriam menores. Não existe um trabalho de fiscalização; por isso, as coisas chegaram a esse nível em que estão.

Reportagem de Amanda Pinheiro e Celso Oliveira

http://odia. terra.com. br/portal/ rio/html/ 2010/2/concessao _fora_de_ controle_ 66019.html

            Agora meus comentários a notícia, com o envolvimento das esferas judiciais mais altas no escândalo do das concessões públicas do estado  se consiga parar o desmanche desenfreado que o  governo Cabral vem fazendo no sistema ferroviário, mesmo a ação prevista no contrato para a normalização dos serviços sendo a intervenção do estado, este já declarou não ter interesse em fazê-lo, ou seja, o governo não está nem aí para a qualidade dos serviços.
            Uma pena que a matéria diga que ainda há problema é a interseção em "Y", a questão real é o compromisso das operadoras em oferecer um serviço de baixa qualidade, ora que se faça o óbvio, que se instale o piloto automático na linha 2 (pendente desde 1998), e se antecipe a entrega dos novos trens, afinal para atender a demanda reprimida da linha 2,  o número de carros em circulação tem que no mínimo dobrar!
            Onde estão os carros articulados do metrô que poderiam estar reforçando a frota até a chegada dos novos trens?
            Uma pena que toda a atenção esteja voltada para o metrô, a supervia e as barcas são tão problemáticas quanto, mas não se escreve uma linha se quer sobre elas, claro afinal nenhuma das duas opera na zonal sul...

Site da SuperVia é atacado por hacker e fica fora do ar

Rio - Na madrugada desta sexta-feira a página da concesssionária SuperVia, responsável pela operação dos trens urbanos do Rio de Janeiro, foi atacada por hackers. Na invasão, o site teve os destaques principais trocados por imagens da superlotação das composição e sobre o episódio em que seguranças da empresa bateram nos passageiros com chicotes, no ano passado.

Na segunda-feira passada, outro episódio assustou os passageiros que circulavam no ramal de Japeri. Um trem que ia em direção a Central do Brasil, andou sem o condutor por pelos menos duas estações, atingindo cerca de 80 km/h. Por causa de um problema, o maquinista desceu na estação de Ricardo de Alburqueque, na Zona Norte, e a composição começou a se movimentar.

Funcionários da SuperVia tiveram que desligar a energia para evitar que acontecesse um acidente. Houve despero dentro da composição, mas por sorte ninguém se feriu. Por causa incidente, os atrasos chegaram a 40 minutos nos ramais de Japeri, Deodoro e Santa Cruz. Em depoimento, o maquinista admitiu que estava fora do trem.

A página amanheceu fora do ar nesta sexta-feira por causa do ataque feito pelo hacker, que deixou a assinatura em algumas das imagens. No perfil que mantém no Twitter, a empresa lamentou o episódio e afirmou que vai tomar medidas judiciais contra o invasor.


POR RENATO COZTA


http://odia. terra.com. br/portal/ digital/html/ 2010/1/site_ da_supervia_ e_atacado_ por_hacker_ e_fica_fora_ do_ar_59994. html





sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

*Ramon e Nilzelene passeavam agarradinhos e de mãos dadas pelo parque arborizado....

Os desejos sexuais de Ramon aumentavam quanto mais caminhavam entre as grandes e sombrias árvores. Quando Ramon já não agüentava mais de tesão e se preparava para declarar-se, Nilzelene o interrompe:
- Espero que você não se aborreça amor, mas quero fazer xixi.
Mesmo espantado com o pedido inusitado, Ramon concorda:
- Tudo bem Nilzelene, vá pra ali, detrás daqueles arbustos.
Nilzelene então some da vista de Ramon. Enquanto isso nervoso e possuído pela luxúria, ele escuta o som erótico da calcinha deslizando pelas coxas suculentas de Nilzelene, ele imagina tudo aquilo ali tão pertinho e à sua disposição.
Incapaz de se conter e seguindo instintos animais, Ramon introduz o braço através dos arbustos e toca a perna dela.
Suavemente, sobe as mãos mais e mais, até que, horrorizado, agarra algo grosso e quente, no meio das pernas dela. Muito assustado, larga rapidamente, e ele pergunta:
- Nilzelene! Por Deus! Você mudou de sexo?
- Não! Mudei de idéia.. Tô cagando!*

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Terremoto na Bahia...

Depois do terremoto ocorrido no Haiti, o Governo Brasileiro
resolveu proteger todo o país.

O então recém-criado Centro Sísmico Nacional, poucos dias
após entrar em funcionamento, detectou que haveria um grande
terremoto no Nordeste do país.

Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Jequié, uma
cidadezinha no interior do Estado da Bahia.

Dizia a mensagem:

Urgente. Possível movimento sísmico na zona.
Muito perigoso. Richter 7.
Epicentro a 3 km da cidade.
Tomem medidas e informem resultados com urgência."

Somente uma semana depois, o Centro Sísmico recebeu um telegrama
que dizia:

Aqui é da Polícia de Jequié:
Movimento sísmico totalmente desarticulado.
Richter tentou se evadir, mas foi abatido a tiros.
Desativamos as zonas. Todas as putas estão presas.
Epicentro, Epifânio, Epicleison, e os outros cinco irmãos estão detidos.
Não respondemos antes, porque houve um terremoto da "porra" por aqui!

Internauta mostra fungos em teto de vagão do metrô no Rio de Janeiro

tremm e metrõ agora é coisa de bacana, você paga uma entrada cara , vai na sauna, se quiser come uns cogumelos de aperitivo, na saída recebe uma massagem dos seguranças, com direito a chicotadas numa sessão de sadomasoquismo.

http://oglobo.globo.com/participe/mat/2010/02/22/leitor-mostra-fungos-em-vagao-do-metro-rio-915905851.asp

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Engenheiro Colocando o Filho para Dormir (Quem disse que engenheiro não tem senso de humor???)

Engenheiro é um ser vivo que apresenta um certo risco e complexidade, além de muitos traumas de infância em sua maioria. Lide com eles com certa cautela.

O filho quer dormir e pede ao pai (engenheiro) para contar uma estória e
ele conta a dos três porquinhos.

- Meu filho, era uma vez três porquinhos, P1, P2 e P3, e um Lobo Mau, por
definição, LM, que os vivia atormentando.

P1 era sabido e já era formado em Engenharia.
P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos, absolutamente
desprovidos de cálculos rigorosos.
P3 fazia Estilismo e Moda na Belas Artes.

LM, na Escala Oficial da ABNT para medição da Maldade EOMM), era Mau nível
8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima).
LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a
propriedade que pertencia aos Pn (onde 'n' é um número natural e
varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e
configuração topográfica, localizado próximo à Granja Viana.

Mas, nesse promissor perímetro, P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e
logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos.

Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno, que mais
parecia um castelo lego tresloucado.

Enquanto P3 planejou no Autocad e montou ele mesmo, com barbantes e isopor
como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo 'o
máximo'.

Um dia, LM foi até a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:
- 'Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o CREA
para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e
Expressão Visual!'

Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do
CREA já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2.

Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando:
- 'Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o
Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas
não-reflorestadas e areia de praia para misturar no concreto.'

Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta a baixo por uma multidão
ensandecida de eco-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e
ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem.
Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1.
Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na
sala de entrada.

P1: - 'O que houve?'
P2: - 'LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e
desapropriou os terrenos.'
P3: - 'Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um
formando em Estilismo e Moda!'

Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! LM: - 'P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do CREA em cima de você!!! e se for preciso até aquele tal de CONFEA.'

Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e
do...do... estilista), LM chamou os fiscais. Quando estes lá chegaram,
encontraram todas as obrigações e taxas pagas e saíram sem nada argüir.
Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o
projeto e implementação da casa de P1 era ecologicamente correta.

Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional
(porém super comum nos contos de fada): ele pessoalmente escalou a casa
deP1 pela parede, subiu até a chaminé e resolveu entrar por esta, para
invadi-la.

Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico
instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma
catapulta que impulsionou com uma força de 33.300 N (Newtons) LM para cima
com uma inclinação de 32,3° em relação ao solo.

Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o
ápice, onde sua velocidade vertical chegou a zero, a 200 metros do chão.

Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o Papai te
cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale
9,8m/s², calcule:
a) a massa corporal do lobo.
b) o deslocamento no eixo 'x' do lobo, tomando como referencial a chaminé.
c) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão (considere o atrito
pela resistência do ar).

filho.... filho...???

_ E segue a criança dormindo, do jeito que estava desde o segunda parágrafo dessa história.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Carro do metrô se solta de trem!!!

o METRÔ RIO OPEROU DE 1974 A 1998 SEM NENHUM ACIDENTE ENVOLVENDO PASSAGEIROS,

NOS ÚLTIMOS 6 MESES É O TERCEIRO.
CADê O PESSOAL NEOLIBERAL SE RASGANDO DEFENDENDO A PRIVATIZAÇÃO A TODO CUSTO?
Enquanto isso nossas vidas ficam em risco para a gerentada do metrÕ BATER METAS, e gerar grana pro caixa 2 da campanha do governador.

Fonte: http://noticias. uol.com.br/ cotidiano/ 2010/01/29/ vagao-se- solta-de- trem-do-metro- no-rio-linhas- operam-com- atraso.jhtm




Do UOL Notícias
Em São Paulo
Leia mais

-Trem-bala deve ter tarifa de R$ 0,50 por quilômetro percorrido
-Grupo invade cabine e para circulação de trem no Rio

Um defeito mecânico fez com que o último vagão se soltasse de uma composição do Metrô às 16h40 desta sexta-feira (29) no Rio de Janeiro. O incidente aconteceu na estação Triagem, zona norte, exatamente no momento que o trem começava a partir no sentido Pavuna.

Não houve feridos, segundo a assessoria de imprensa do Metrô, que explicou que existe um sistema de segurança que trava os vagões – o que se soltou e o que acelerava – quando esse tipo de acidente acontece.

Por sorte, o problema ocorreu bem em frente à plataforma. Assim, os passageiros foram orientados a desembarcar e seguiram viagem em outro trem vazio enviado à estação.

A Linha 1 ficou aberta, operando com intervalos irregulares. Após o desengate, o tráfego na Linha 2 ficou restrito aos trechos Botafogo/Maracanã e Maria da Graça/Pavuna. O trem defeituoso já foi retirado da plataforma e, às 17h30, o tráfego de trens na Linha 2 foi restabelecido completamente, com trens circulando em todos os trechos.

Atraso
Para evitar tumulto, até às 18h40, o acesso às estações e plataformas estava sendo controlado. Neste momento, há trens circulando nas duas linhas com intervalos irregulares, na média de 8 minutos.

A 35 anos atrás!

Interessantíssimo vídeo de notícias de 1974, com imagens raras da EFCB, com direito a trem húngaro, tentativas de transformar Miguel Pereira em pólo turístico, e o início da praga dA fiscalização eletrônica do DETRAN.
É incrível ver como algumas coisas não mudaram, como por exemplo o fato de uma matéria importante como o novo plano de transportes nacional receber da mídia menos tempo no ar do que um exposição de artes, ou o fato de Miguel Pereira ainda não aproveitar plenamente seu potencial turístico ...

Brasil Hoje n. 78 (1974)
Resumo: PRESIDENTE DA REPÚBLICA [Ernesto Geisel assina o Programa de Desenvolvimento Ferroviário, com as presenças dos ministros Dirceu Nogueira, Reis Veloso, e do governador da Guanabara, Chagas Freitas; mostra de trens e linhas de ferro da RFFSA] EXPOSIÇÃO [2ª Feira Nacional de Artesanato, em Miguel Pereira, RJ] REPORTAGEM [Operação Radar, executada pelo DETRAN, no Rio de Janeiro] ARTE [Retrospectiva do pintor Jenner Augusto, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro]
Autor: Agência Nacional (Brasil)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Abaixo-assinado por reativação da Estrada de Ferro Príncipe do Grão-Pará - Estrada de ferro mauá


*JAQUELINE RIBEIRO
Redação Tribuna*

Interessados em defender a reativação da Estrada de Ferro Príncipe do
Grão-Pará têm à disposição agora um abaixo-assinado virtual criado com o
objetivo de conseguir apoio para incluir a reativação da Estrada de Ferro –
Expresso Imperial – no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do
Governo federal.

O texto do abaixo-assinado lembra que a revitalização da estrada de ferro é
um projeto viável e que a ligação ferroviária entre Rio de Janeiro e
Petrópolis irá gerar benefícios sociais, econômicos e ecológicos para a
Cidade Imperial. Ainda de acordo com o texto publicado, a síntese do projeto
já foi encaminhada ao gabinete da Presidência da República. O
abaixo-assinado reitera a solicitação de inclusão do projeto de reativação
do trem no PAC, acrescentando que a relação custo-benefício de tal projeto
apresenta resultados altamente positivos não só para Petrópolis e a Região
Serrana como também para o Estado do Rio de Janeiro. Para participar, o
interessados devem acessar o endereço eletrônico:

www.manifestolivre. com.br/ml/ exibir.aspx? manifesto= expresso_ imperial

Entre os que apóiam o projeto está o fundador do PHS, Philipe Guedon, que no
site comente: “Foi loucura suprimir o trem, mas loucura maior será não
trazê-lo de volta”. May-Lin Falconi da Rocha também defende a reativação do
trem e em seu comentário afirma: “Cometemos e deixamos cometerem erros que
mais tarde terão um ônus muito pesado e que não poderão ser corrigidos.
Felizmente não é o caso da Estrada de Ferro Grão Pará, que por nossa omissão
foi encerrada, mas agora temos a chance de ver esse erro redimido. Não vamos
mais nos omitir!”, garante.

Outra cidadã que defende a reativação do trem é Vanda Lúcia Lima: “Fiz a
caminhada por onde o trem passava antigamente e achei a idéia muito
original. Já fico me imaginando fazendo o caminho no trem, espero que tudo
dê certo”, considera.

Além da questão histórica, a medida é considerada importante pela
possibilidade de oferecer uma alternativa a mais para a ligação de
Petrópolis com a capital. “A recuperação da Estrada de Ferro Príncipe do
Grão-Pará representa muito para o turismo da cidade, mas mais para a
locomoção de passageiros entre Rio e Petrópolis, por se transformar numa
alternativa a mais para a população em transportes”, lembra Fernando Macedo.
Com ele concorda Alberto Ivan Weinem. “Apoio totalmente. Um projeto super
importante para Petrópolis e região. Certamente é necessário este modo de
interligar o Rio de Janeiro com Petrópolis e adjacências. Mais do que bom, é
corretíssimo!”, afirma.

O que realmente mudou?

Documento especial de 1990, sobre o surfe ferroviário. Várias imagens sobre a miséria que é o subúrbio do rio fde janeiro, hoje são poucos os surfistas, mas o que mudou realmente?